• Charlly Marie Diarie's •

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Mensagem por Charlotte Smith em 22/4/2013, 15:12

[em construção]

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Saving People, Hunting Things, Family Business.
Se, a princípio, nos desencontrarmos, não desanimes.
Se não me acheres aqui, procura-me ali;
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Charlotte Smith
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Re: • Charlly Marie Diarie's •

Mensagem por Charlotte Smith em 23/4/2013, 20:37

Prólogo

" Querido diário... Estou sentada no chão de um apartamento barato de estrada. O cheiro de sangue pairava no quarto, enquanto gostas avermelhadas se encontravam com a madeira, fazendo com que pequenas goticulas se espalhassem pelo chão. O pequeno barulho era seguido por outro, quando mais algumas gotas se espatifavam... Esse som era do meu próprio sangue saindo de minhas veias."

A minha história não é nada parecida com os contos de falas, que a princesa corria perigo e um príncipe encantado montado em um cavalo branco, espada em mãos, com armadura dourada a salva e lhe da o beijo do verdadeiro amor... Longe dessa baboseira que a Disney publica e faz com que as crianças acreditem no felizes para sempre. Na verdade, não tive essa oportunidade de ter uma infância tranqüila com amigos, brinquedos e uma família completa.


Desde meu nascimento já tinha o destino de crescer sem o afeto de uma mãe, mas por outro lado, tinha o apoio de meu pai - Sean Smith - ele nunca me escondera nada sobre o mundo paranormal, e preferiu que eu crescesse preparada para tudo e que um dia pudesse me proteger sozinha.


"Não sei quanto tempo fiquei apreciando meus pulsos cortados; só sei que desmaiei e acordei algumas horas depois deitada em uma marca. Meus pulsos estavam cobertos por gases e um médico olhava preocupado para a minha face abatida. O nome dele era René Chevalie - melhor amigo do meu marido... Quero dizer, costumava ser, antes dele... Dele falecer."


Fiquei cerca de 10 anos vivendo com meu pai em uma casa na cidade de Detroid. Vivemos bem Todo esse tempo e eu pensava que nada e nem ninguém poderia tirar meu pai de mim, já que para mim ele era meu super herói (pensamento de qualquer criança nessa idade). Me sentia protegida com ele, alem do mesmo ser meu melhor amigo. Mas como eu falei no inicio, minha história não era um conto de fadas. Era o dia do meu aniversário, acabara de completar 10 anos e estava contente com o presente que eu ganhei de meu pai - um colar de prata, que pertencia a minha mãe. Dei-lhe um beijo na bochecha agradecendo, e foi nesse exato momento que nós dois ouvimos barulho de latidos do lado de fora da casa. De inicio achava que eraum cachorro, mas o olhar preocupado de Sean fez eu esquecer essa possibilidade. Imediatamente meu pai pegou sua espingarda e me escondeu dentro do armário, fazendo uma linha de sal entre a porta e o corredor. Ele se abaixou e beijou minha testa com carinho, dizendo que tudo ficaria bem e em seguida fechou a porta. Ouvi barulhos de moveis se quebrando e de tiros, e do nada silencio. O que não imaginava, era que aquele dia seria o ultimo que veria meu pai.



"Fiquei três longos dias internada sobre observação. René não queria me deixar sozinha com medo de que eu tentaria me suicidar outra vez... Para ser sincera, aquela era minha quinta tentativa, mas por um azar absurdo, alguém aparecia para me socorrer. Como eu odiava isso. Como odiava minha vida. Como odiava tudo. Por que não poderia ter uma família? Por que nao poderia construir uma família? Casar com Denny fora um erro? Agora, noto que sim... Perdi o homem especial para mim, e a culpa era toda minha!"


Meu tio levou-me para sua casa e cuidou de mim e me treinou até eu completar 17 anos. Eu sabia que ele era um caçador, assim como meu pai também fora. Consequentemente me tornei um caçadora. A minha adolescência fora resumida em: [b]não fazer amigos, não confiar em ninguém e sempre seguir meus extintos. E assim o fiz. Mudei-me para um apartamento em New York e comecei a me virar sozinha.

O que eu não sabia era que a vida iria novamente jogar comigo. Todos os dias fazia minha corrida matinal no Central Park. Era um dia ensolarado e bonito... Eu olhava para as arvores apreciando a paisagem quando de repente trombei e cai torcendo o tornozelo. Comecei a bufar de raiva e mandar a pessoa pro inferno, quando o mesmo me pegou no colo e me levou para seu carro. Seu nome era Denny, um médico que como eu, tinha o costume de correr no Central Park. Ele me levou para o hospital e fez questão de cuidar do meu ferimento. Não fazia mais do que a obrigação. Mas foi nesse momento que percebi como ele era bonito: alto, forte, olhos azuis como o oceano, cabelos negros como a noite e sorriso lindo e encantador. Mesmo assim, não dei tanta importância para isso e esperava ficar boa logo, já que no dia seguinte viajaria para uma caçada.


"Por conta dos medicamentos eu adormeci e foi nesse momento que vi Denny sorrindo e acariciando meu rosto. Aquele foi o sonho mais lindo que tive e que de alguma maneira me deu forças para continuar"



Eu estava feliz, radiante e completa. Tinha um marido maravilhoso e compreensivo. Denny depois que me conheceu sempre me surpreendia, com uma ligação ou uma visita. No começo evitava ele por conta da minha "profissão", mas ao passar o tempo, nós dois fomos se aproximando mais e mais; foi nesse momento que decidi dar uma oportunidade para meu coração e deixar de ser caçadora para me tornar uma cidadã normal.

As bodas de papel logo chegara e nós saímos para um restaurante caro em Manhattan. A noite fora perfeita e voltamos para nossa casa. Fizemos amor a noite inteira. Nesse instante eu soube que o amava, que daria minha vida por ele e que jamais o deixaria. Doce sonho. Quando acordei ele não estava do meu lado. Achei estranho, mas então percebi um bilhete sob a cama, ao ler constatei que o mesmo fora seqüestrado por demônios.



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