Sympathy for the Devil

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Sympathy for the Devil

Mensagem por Andrew W. Kriskahn em 29/3/2015, 20:22

Cenário: Central Park/Nova York
Horário: 14:30

Alek e Lindsey estão sentados no banco do Central Park, em frente a um pequeno trailer onde eram vendidos os famosos "hot-dogs". Os dois estão com alguns problemas financeiros, então a vida de nômade que só se alimenta de porcarias  baratas se tornava uma realidade cada vez mais próxima. Porém, enquanto saboreiam o almoço do dia, um homem de cabelos grisalhos e uma barba espessa senta ao lado de vocês, abrindo um jornal; ele pega um óculos de leitura do bolso do casaco e começa a ler as notícias, fitando o homem que fazia os cachorros-quentes e dizendo:
- Mark, você viu se descobriram alguma coisa sobre aquele caso dos bebês?
Mark, um jovem loiro e de estatura um pouco baixa, que estava virando um dos pães na chapa, enxuga o suor com um pequeno pano sem desviar o olhar dos lanches que estão sendo feitos:
- Não, mas isso é ridículo! - Diz ele, montando um novo hot-dog com o auxílio de uma espátula - Hoje em dia nem as mães podem ficar sossegadas. Crianças sendo sequestradas na própria maternidade é o fim do mundo!
- É, realmente. - Diz o velho sentado ao lado de vocês - Agora, e o Blake? Vai voltar a jogar?
O comentário sobre o jogador faz os olhos de Mark brilharem:
- Espero que sim, ele é o melhor do time. Ainda não acredito que o Matthew não foi expulso da liga por conta daquela agressão. Foi claramente um soco na cara do Blake! Isso é selvageria, não futebol!
Eles dois continuam conversando, mas os assuntos ficam cada vez mais desinteressantes para vocês. O dia está quente e algumas crianças correm e brincam pelo parque, enquanto outras e a maioria dos adultos repousam em bancos, vidrados em seus smartphones.

Ordem de Post:

Alek
Lindsey

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Alek Grier em 29/3/2015, 20:41

Alek estava sentado em um banco em frente a um carrinho de hotdog, no central park, quando nota um assunto estranho entre o vendedor e um senhor que está próximo. Bebes sumindo! Isso mesmo, Alek se recusa a acreditar que alguém estava apenas sequestrando bebes por diversão ou que fosse algum criminoso qualquer, isso cheirava a algo grande.

Alek olha pro lado e vê uma linda jovem loira, aquilo o deixa um tanto nervoso, mas na hora ele simplesmente ignora o nervosismo e diz:

- Olá moça, fazia tempo que eu não via uma garota tão linda. Vai fazer algo hoje a noite? Ah.. meu nome é Alek a proposito!


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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Lindsey Baxter em 29/3/2015, 22:56

Passar por uma experiência de quase morte pode abalar as pessoas, e até mesmo diminuir seu desempenho no emprego. Isso vale em dobro se ele consiste em manter um sorriso no rosto e convencer as pessoas certas a fazer o que você quer. Assim sendo podia-se dizer que Lindsey já teve dias melhores no trabalho.

Precisou cancelar dois dos eventos que organizava, tanto pela estadia no hospital quanto por não se sentir capaz de encarar músicos rabugentos via telefone, e teve de pagar tantas indenizações que agora sequer tinha dinheiro para afogar as mágoas num bar. Com isso se encontrava agora sentada num banco qualquer do Central Park, cachorro quente em mãos, entreouvindo a conversa dos outros e procurando o sujeito mais próximo para afogar suas frustrações.

Antes que conseguisse, porém, a fala de um velho recém-chegado chamou sua atenção. Bebês sumindo. Talvez fosse paranoia sua, mas isso não lhe soava bem. Hospitais costumavam ter câmeras e segurança, e mesmo se houvesse algum problema no sistema como alguém conseguiria entrar e sair da maternidade sem alertar nenhum funcionário? Principalmente carregando sacos de carne chorões. Valia a pena dar uma investigada maior.

Estava prestes a lançar um preocupado “você disse bebês sumindo?” para o idoso quando uma voz a seu lado requisitou sua atenção. Uma atenção muito bem-vinda cinco minutos atrás, mas que agora não julgava tão essencial. Isso não queria dizer, todavia, que iria simplesmente ignorá-lo ou algo assim. Sempre havia tempo para brincadeiras.

”Depende, você vai?” perguntou com um sorriso de lado e um rápido realocar de uma mecha de cabelo, aguardando alguns segundos para ver sua reação antes de rir e acrescentar: ”Lindsey Baxter, prazer.”

Fez outra pausa, uma súbita ideia lhe ocorrendo. Talvez pudesse aproveitar-se do desconhecido amigável para conseguir mais informações sobre o tal desaparecimento. Lançou um olhar prolongado para um homem qualquer em outro canto da praça e então voltou a encarar Alek, franzindo um pouco o cenho e dizendo:

” Você me faria um favor? Pode fingir que... Me conhece?”

A última parte foi praticamente sibilada. Deu outra olhadela significativa para o cara escolhido ao acaso, mordendo o interior da boca e juntando as mãos sobre o colo. Caso ele aceitasse, a mulher esperaria o velho sair e se viraria para o moço do cachorro quente, soltando um contrariado ”eu ouvi vocês dizendo que tem alguém roubando bebês da maternidade? Que absurdo! Em que hospital isso aconteceu? Nunca que nós teremos nosso bebê num lugar desses, não é mesmo, querido?”, seguido de um igualmente indignado olhar lançado para Alek.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Andrew W. Kriskahn em 29/3/2015, 23:41

Vocês dois se conhecem e se cumprimentam, quando decidem utilizar o vendedor de cachorros-quentes para obter informação adicional. Após a última sentença dita por Lindsey, Mark os fita por alguns segundos, enquanto prepara outro lanche para um homem que estava passando por perto com seu cachorro. Depois de terminar ele entrega o hot-dog para o comprador e começa a falar:
- Foi no hospital Saint-Paul aqui perto; não pensei que vocês fossem marido e mulher, pareciam tão distantes um do outro quando chegaram. Enfim, não é de minha conta.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Alek Grier em 29/3/2015, 23:57

O vendedor de cachorro quente demora um pouco para responder a moça, eu espero ansiosamente pela resposta do homem. Assim que o vendedor da a resposta, Alek pensa:
'' Investigar um coisa dessas pode ser perigoso, mas e dai? preciso de um pouco de emoção em minha vida não posso não fazer nada pra sempre ''.Logo volta sua atenção para o dialogo e diz:
- Se faz cachorro quente e fala? se é o bixao memo eim doido!
Depois olha na direção de Lindsey e diz
-Então tudo bem querida, vamos dar um volta, um café?
E da uma piscadinha com o olho direito.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Lindsey Baxter em 30/3/2015, 00:58

Não se importava com a desconfiança do vendedor. Conseguira a informação que queria, afinal, e não era como se fosse voltar ao lugar tão cedo. Odiava parques. Não fosse o preço relativamente baixo do cachorro quente nem estaria ali, aliás. Ainda assim, só por via das dúvidas, lançou um olhar acusador para o "companheiro", como se o culpasse pela frieza na relação.

Deu uma breve pausa e soltou um suspiro após a sugestão do outro. Internamente, é claro, ria-se do quão rápido ele se aproveitara da situação para conseguir sair com ela.

"Sim, claro. Vamos para outra das suas tentativas mirabolantes de encontro. Onde vai ser o próximo, McDonalds?"

Esperou que se afastassem do trailer antes de se virar para Alek com um sorriso agradecido.

"Obrigada, gracinha. Mas sério, café?" ergueu uma sobrancelha e acrescentou com a voz rouca: "Podia pensar em lugares melhores para me levar."

Deu uma piscadela e recomeçou a andar. Simples assim. Esperava que a insinuação anterior fosse o suficiente para que ele a seguisse. Ter crescido naquela cidade lhe dava algumas vantagens, como por exemplo saber chegar num hospital perto do Central Park, e desse modo seguia naquela direção.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Andrew W. Kriskahn em 30/3/2015, 01:12

Cenário: Hospital St. Paul/Nova York
Horário: 15:30

Depois de mais um momento de conversa, vocês seguem em direção ao hospital indicado pelo vendedor de hot-dogs. É um belo edifício branco, com uma estrutura em forma de cruz vermelha apoiada no telhado; existe um pequeno estacionamento para ambulâncias e outro com alguns carros de alto valor, que provavelmente era utilizado por médicos e pelos diretores do local.
O fluxo de veículos e de pessoas passando pelo hospital é intenso e isso atrapalha um pouco a movimentação de macas e de cadeiras de rodas; existem duas entradas para o hospital: a principal e a entrada de emergência.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Alek Grier em 30/3/2015, 02:00

Alek e Lindsey tomam o rumo do hospital e chegam! Ao chegar consegue notam que há varias entradas disponíveis e de fácil acesso, realmente não deveria ser difícil entrar num hospital, mas caso fossem descobertos, o resultado não seria nada bom.

Alek propõe a Lindsey que entrem com a desculpa de que ela estivesse doente e ele fosse seu marido a acompanhando no hospital. Era o melhor plano que tinha em sua mente, alguns outros planos passaram pela sua cabeça, mas estavam fadados ao fracasso, por serem no minimo idiotas. Logo Alek diz:
- Hey lindinha, eu tenho um plano! E explica seu plano pra ela!

Caso desse certo seu plano Alek tentaria procurar por algum incomum no hospital e também câmeras de segurança que pudessem ter registrado algo!

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Lindsey Baxter em 30/3/2015, 02:23

Ouviu o plano com atenção, surpresa não por ele ter entendido que Lindsey procurava investigar o caso autonomamente, mas por ter entrado no jogo sem pensar duas vezes.

A ideia em si era boa, afinal suas feridas nem tão bem curadas da última "aventura" davam autenticidade à coisa, mas ainda precisava de uns retoques.

"Noivo, querido, a não ser que tenha o sobrenome 'Baxter' na identidade." corrigiu, dando-lhe dois tapinhas no ombro antes de forjar uma expressão de dor e se apoiar em Alek, indo em direção à entrada principal.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Andrew W. Kriskahn em 30/3/2015, 12:19

Os dois caminham em direção à entrada principal e depois de alguns passos estão dentro do hospital; ninguém parece ter dado atenção a vocês.
No interior do hospital existe uma área com alguns gabinetes e uma entrada acessível somente por funcionários; esta área é cercada por uma grande bancada com alguns computadores onde as atendentes realizam cadastros para consultas no hospital. À frente, há algumas fileiras de cadeiras onde os pacientes aguardam até o atendimento. Atrás e à direita dessas fileiras, existem algumas outras entradas sinalizadas devidamente por placas: atendimento geral, pediatria, maternidade, emergência e ala de internação.
Alek percebe a presença de algumas câmeras posicionadas nos cantos do grande salão principal em que estavam.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Alek Grier em 30/3/2015, 12:29

Alek entra no hospital com Lindsey e já nota a presença de algumas câmeras, ele aconselha Lindsey que vá até o balcão pois teve outra ideia, a qual teria de ser feita apenas por ele. Ele iria até a sala que é reservada apenas para funcionários, depois de passar pela bancada é claro, colocaria seu ouvido na porta, e tentaria ouvir se havia alguém ali dentro, caso houvessem poucas pessoas, ou nenhuma, ele iria entrar, caso alguém o parasse ele diria a seguinte frase ''- Preciso falar com o Dr.Ripstuduel. '' e nem daria muito papo pra nenhuma enfermeira ou o que diabos fosse que o parasse. Logo em seguida procuraria a sala de segurança e tentaria trancar a porta para que ninguém entrasse, caso já houvesse alguém dentro da sala ele esperaria sair, caso demorasse mais do que alguns minutos iria entrar de fininho e tentar apenas nocautear a pessoa encarregada da segurança. Pegaria as fitas e sairia, chamando Lindsey para que saísse junto, claro!


Última edição por Alek Grier em 30/3/2015, 22:44, editado 1 vez(es)

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Lindsey Baxter em 30/3/2015, 22:39

O plano de Lindsey: ficarem juntos, agirem como um casal, conversarem com os funcionários e tentarem arrancar-lhes alguma informação. Ele falhou já na parte do "ficarem juntos". Um momento de distração enquanto averiguava que o lugar realmente tinha câmeras e o rapaz já sumira.

"Ótimo", murmurou com ironia. Ele estava fora de seu controle, agora. Só restava esperar que não fizesse alguma coisa estúpida. Ou ao menos que não a envolvesse no assunto.

Tinha a impressão de que esse não seria o caso. É claro, sempre podia dar uma de "garota preocupada que perdeu o irmão doido no hospital" se ele se metesse em confusão, mas isso a impediria de procurar por informações sem estragar o disfarce.

Aquilo estava fora de questão. Não ia ficar sentada esperando para resolver os problemas alheios. Tinha de arranjar seus próprios, afinal.

Decidiu modificar um pouco a "estratégia do irmão louco": manteria a ideia de que eram noivos, com a diferença de que estavam ali para falar com um médico sobre a probabilidade dos problemas mentais de seu amado serem transmitidos para uma criança, no caso de gravidez. Isso lhe daria tanto um álibi para (quase) qualquer enrascada em que Alek se metesse como também um motivo para puxar o assunto dos sequestros. Se pretendia ela mesma ter um filho, não surpreenderia estar preocupada com o sumiço dos bebês.

Isso decidido foi em direção à bancada para fazer seu cadastro, pretendendo se "perder" a caminho do consultório e "acabar" na maternidade, quando chamada. Lá poderia fingir ter um grande fraco por bebês e colar os olhos nas criaturinhas até que algum funcionário a tirasse de lá. Não estaria, é claro, realmente observando mini-pessoas sujarem as fraudas, mas sim procurando por sinais. Não sabia muito bem o que queria dizer com "sinais" - marcas na parede, alguma coisa fora do lugar, substâncias estranhas? Qualquer coisa inútil numa investigação policial, mas que poderia dar pistas se considerasse a possibilidade do sobrenatural.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Andrew W. Kriskahn em 30/3/2015, 23:28

Alek passa pela bancada quando uma das secretárias; uma morena de estatura média e olhos verdes, observa seu comportamento estranho e te segura pelos ombros, dizendo:
- Onde o senhor pensa que vai? Esta área é restrita para funcionários.
Após ouvir sua frase à procura do doutor desconhecido, ela bate na porta exclusiva para funcionários até que um homem alto e negro que provavelmente trabalhava como segurança a abre pelo outro lado.
- Algum problema, Melissa? - Diz ele.
- Não sei... - Diz a secretária, te encarando - Este homem está procurando por um doutor que não existe, deve ter algum problema na cabeça.
- Estranho... - Diz o segurança - Não temos ala de psiquiatria aqui. De qualquer forma, senhor, me acompanhe.
Ele te segura pelo braço e tenta te puxar para fora da área cercada pelas bancadas. Os pacientes do hospital ficam confusos com o seu comportamento estranho.
Já Lindsey tenta uma aproximação mais cautelosa com o objetivo de entrar na maternidade. Porém, as consultas são pagas no momento do cadastro e você não tem dinheiro o suficiente para isso.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Alek Grier em 30/3/2015, 23:50

Assim que Alek e Lindsey saem do hospital, por se tornar inviável com relação as situação atual. Ele sugere a Lindsey se que vão ao lugar com computadores que pudessem ser usados, e procurar na internet por criaturas que comem crianças, na mente de Alek aquilo já estava muito alem de um possível ato terrorista ou algo do tipo, e como Alek tem uma mente bem infantil e fértil, não teve problemas em abraçar tal ideia.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Lindsey Baxter em 31/3/2015, 00:18

Lindsey estava no mínimo irritada com o desenrolar dos acontecimentos. Primeiro a questão do dinheiro impediu-a de entrar pela porta da frente na maternidade, e depois a confusão de Alek acabou com todas suas chances de entrar furtivamente. Antes que pudesse se virar para ele esbravejar um "o que foi aquilo?", porém, o rapaz lançou uma sugestão. A loira teve de conter-se para não rir. Pelo jeito encontrara um louco de verdade.

Tudo bem, ela podia acreditar nessa história de monstros, mas tinha bons motivos para isso. Alek não. Ou ao menos não achava que tivesse. Mas doido ou não, seria bom ter alguém para ajudar na busca.

"Okay, bebê. E é você quem vai pagar a lan house? Porque eu estou quebrada." perguntou, cruzando os braços e erguendo uma sobrancelha. "Vamos para uma biblioteca pública."

Outra vez sem esperar resposta começou a andar. Torcia para que encontrassem algum computador disponível, mas se não ao menos ainda teriam os livros. Longos, entediantes livros.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Andrew W. Kriskahn em 31/3/2015, 20:48

Os dois seguem em direção a uma biblioteca pública, cuja localização era conhecida por Lindsey, que sempre viveu na cidade; porém, a caminhada é longa e dura cerca de trinta exaustivos minutos. Ao chegar, Alek procura por um computador e encontra um disponível para ser utilizado por eles.
Ao pesquisar sobre o caso, vocês não encontram muita informação útil. Existem diversas criaturas mitológicas que, segundo as lendas, se alimentam de crianças, como ogros, bichos papões e Aswangs; além de histórias de deuses que devoravam bebês ou até mesmo seus próprios filhos, presentes na mitologia grega, assíria e amonita.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Alek Grier em 31/3/2015, 21:15

Após sua pesquisa Alek se da conta de que todas as alternativas batem com os dados que tinha até então, sendo eles poucos. Teria de obter mais informações.

Depois dali Alek e Lindsey teriam de no mesmo computador, conseguir o numero do hospital e depois de algum medico, com sorte conseguira o numero de algum pediatra, caso desse errado esperaria por alguma enfermeira e diria que pode resolver o caso dos bebes desaparecidos, faria o mesmo com o medico se conseguisse contato.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Lindsey Baxter em 31/3/2015, 22:33

Sua pesquisa saiu quase tão ruim quanto esperara. "Coisas que comam crianças" era abrangente demais para o seu gosto, precisava filtrar seus resultados. Jogou a cabeça para trás e fechou os olhos com força enquanto tentava juntar o que sabia.

Não era muito: algumas crianças sumiram do hospital, ainda não encontraram o culpado e o lugar tinha câmeras de segurança na entrada. Se o dito cujo tivesse passado em frente a elas a polícia já teria algum suspeito, ao menos, o que deixava duas possibilidades: ou a criatura podia ficar invisível, ou tinha acesso livre à entrada de funcionários. Nesse último caso precisaria ao menos ter forma humanoide. Decidiu, então, anotar apenas informações sobre seres que além de comer crianças se encaixavam nessa restrição.

Não que acreditasse ser muito útil. Precisava de mais fatos e menos intuição - estava trabalhando sem praticamente nenhum dado concreto.

Assim que Alek terminou de procurar os números ela requisitou o uso do computador, acrescentando um "nem pense em falar meu nome para eles, querido" ao vê-lo pegar o celular. Precisava resolver essa ausência de informações antes de qualquer coisa. Começou a pesquisar sobre o crime em si - quando ocorrera, quais bebês foram levados, se a polícia tinha alguma pista sobre o criminoso... Basicamente as coisas normais informadas num artigo de jornal. Sua busca seguinte é que seria mais complicada: funcionários contratados pelo hospital num período próximo ao início dos desaparecimentos. Não há jeito melhor de entrar do que pela porta da frente, afinal, e se Lindsey fosse um monstro comedor de criancinhas adoraria trabalhar numa maternidade. Obter essa informação, contudo, requereria certa sorte. Primeiro buscaria por uma lista de contratados, o que se encontrado facilitaria muito a vida, e caso isso desse errado buscaria por ofertas de emprego antigas. Saber quais vagas foram preenchidas recentemente era melhor do que não saber nada.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Andrew W. Kriskahn em 31/3/2015, 23:33

Alek consegue o número do hospital, mas falha em obter o número de algum médico que trabalha no hospital; já Lindsey consegue obter alguma das informações que procurava: apenas a mãe de um dos bebês roubados revelou a identidade e seu nome é Jessica Chamberlain. Os crimes ocorreram nos dias 20 de janeiro, 22 de fevereiro e 14 de março. A polícia não conseguiu nenhuma informação do criminoso, já que os bebês simplesmente sumiam sem que as câmeras identificassem nada de anormal e nenhuma impressão digital foi encontrada; alguns acreditam inclusive que as crianças sequestradas estão sendo mantidas em um esconderijo dentro do próprio hospital. Nenhuma informação sobre contratações está disponível.
Após saírem da biblioteca e caminharem novamente para o hospital, Alek espera por alguma enfermeira na sala da recepção e interrompe a primeira que vê, uma jovem alta e ruiva, afirmando que conseguiria resolver o caso:
- Nem os policiais conseguiram resolver o caso, por que você conseguiria? - Questiona a enfermeira - Isso não é nenhuma brincadeira, as mães estão sofrendo muito com o desaparecimento dos filhos. Agora, me dê licença.
Ela se afasta de vocês, voltando ao trabalho.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Alek Grier em 1/4/2015, 00:35

Antes que a enfermeira pudesse se afastar o suficiente, Alek poe a mão em seu ombro e dia:
-Então presumo que você não quer que as crianças parem de sumir!
Esperando que ela realmente fosse ouvir o apelo de Alek e colaborar com o que fosse possível.
Caso desse errado, Alek diria para Lindsey:
- Okay, minhas ideias de esgotaram, agora é com você lindinha!
Esperando que Lindsey tivesse alguma ideia descente, porque as de Alek com certeza não eram lá tão espertas ou sensatas.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Lindsey Baxter em 1/4/2015, 01:37

Lindsey tentava com todas as forças fingir não conhecer o rapaz ao seu lado, pois sabia desde o princípio que aquela ideia de ser direto e honesto estava fadada ao fracasso. Essa coisa de a verdade ser o melhor caminho era só mais uma grande mentira contada por mamães politicamente corretas, não algo que a loira usaria na "vida real".

Virou o rosto e bufou ao vê-lo insistir mais uma vez com a enfermeira. Estava pronta para se levantar e sair para o estacionamento, caso a tentativa falhasse, e então responder com um suspiro:

"Okay, gracinha, agora que você já convenceu todo o mundo lá dentro de que tem problemas vamos para o plano." diria, olhando de esguelha para a entrada de emergência. "Você vai entrar lá, tentar não ser visto, chegar na maternidade e procurar qualquer coisa estranha. Se te pegarem, fale que está perdido. Se não funcionar... Bem, aja naturalmente. Tenho certeza que vão achar que você é louco, senhor 'preciso falar com o doutor Ripstuduel'."

Soltaria um riso curto junto a um revirar de olhos antes de continuar.

"Consegue fazer tudo isso sozinho? Ou precisa que eu escreva uma lista? Ótimo! Eu vou estar lá dentro, tentando conseguir informação."

Daria uma piscadela, entrando no edifício antes que Alek tivesse chance de refutar, e poria-se a procurar qualquer bendita informação. Como faria isso? Não tinha bem um grande plano, não agora. Apenas se sentaria na fila de espera e puxaria conversa com quem estivesse por perto, usando sempre a historinha de "conversar com o ginecologista sobre meu noivo louco" para escapar de perguntas sobre o que estava fazendo ali, junto à recém-formada mentira de que "estava esperando o tal noivo chegar com o dinheiro da consulta" para justificar tanto a ausência do homem como sua demora em ser atendida.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Andrew W. Kriskahn em 1/4/2015, 23:54

A enfermeira simplesmente empurra a mão de Alek, vira o rosto e volta para o serviço. Lindsey começa a puxar assunto com os pacientes que esperavam pelo atendimento tentando sempre buscar informações sobre o desaparecimento dos bebês; porém você não obtém nenhum conhecimento adicional sobre o caso ao papear com as pessoas presentes.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Alek Grier em 2/4/2015, 15:32

Após Alek já ter tentado tudo que estava em sua mente, já estava até um pouco estressado por andar por ai como um lunático, com uma mulher que se quer conhecia, mas achou legal da parte dela entrar na loucura, fora também que tinha achado a moça um tanto quanto atraente e por isso não pararia com a loucura ali. Infeliz com a situação de já estarem a horas tentando fazer a mesma merda com nada dando certo, ele olha para a moça assim que saem do hospital e diz:
- Bom, eu cansei gata, a menos que você tenha algum plano brilhante, nos teremos que infelizmente sair de alguma comum e parar de perseguir criaturas folclóricas por ai.
Abrindo um sorriso só com o canto da boca no final da frase.

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Re: Sympathy for the Devil

Mensagem por Lindsey Baxter em 6/4/2015, 21:28

E, como sempre, a sorte deixava de dar as caras. Depois de sabe-se lá quanto tempo tentando sondar informações Lindsey sentia que aquela mentirinha não duraria muito mais - era melhor deixar o local antes que começassem a questionar demais a demora de seu "noivo".

Encontrou-o já na saída do hospital, descobrindo que não tivera resultados muito melhores que os dela. Maravilha. Toda informação que conseguira até agora poderia ter sido encontrada em cinco minutos no jornal da manhã. Desanimador? Certamente. Mas a loira ainda tinha algumas jogadas antes de se dar por vencida.

"Desistindo tão cedo, bebê? Ainda temos a troca de turno. Toda uma nova leva de funcionários que não acha que você tem problemas mentais." cantarolou com um sorriso similar. "Mas isso vai demorar um tantinho a acontecer e não podemos ficar aqui na porta esperando, então o que acha de vermos uma tal Jessica Chamberlain?"

Sugestão dada, começou a andar em busca de um lugar em que pudesse ter acesso a computadores. Pretendia fazer algumas pesquisas sobre a mulher antes de tentar uma abordagem direta - estado civil, emprego, telefone, notícias relacionadas a ela... E o endereço, é claro. Seria bastante complicado fazer-lhe uma visita sem o endereço. O caminho mais fácil para isso seria a boa e velha pesquisa no Google. Isso e tentar encontrá-la em redes sociais.

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